quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Como promover a inclusão escolar?


Tratando-se de educação inclusiva, onde se propõe a participação dos estudantes nos estabelecimentos de ensino regular sugiro repensar novos paradigmas, reestruturação da cultura, nossas práticas, tornar a educação democrática e fazer com que aprendamos junto a partir de cada singularidade, muito diferente do sistema vigente que ignora o subjetivo, o afetivo, e desrespeita a diversidade inerente à espécie humana.
Se não nos libertarmos a esse novo olhar educacional, não iremos transformar conforme o que a inclusão propõe. Muitas barreiras são impostas e as mesmas devem ser enfrentadas. Os inúmeros desafios que a inclusão nos impõe na prática possibilitam repensar assim como os modelos de educação que na sua grande maioria tenta adequar conforme as realidades que as mesmas estiverem inseridas. A sociedade tem que promover políticas públicas para que todos sejam inseridos no meio social e não incluindo de forma participativa.
Acredito que para promover a inclusão “na prática” devemos levar em consideração os fatores onde o INCLUIR é “acolher” indivíduos que desprovidos de alguns fatores intelectuais ou físicos ou de fatores externos, que estão à margem da exclusão social, por não aderirem aos parâmetros de normas e padrões, construídos por uma organização social de interesses próprios. Ao inserirmos os mesmos no ensino regular, estarão num ambiente social de fatores estimulantes, ao lado de inúmeros estudantes, que falam, que brincam, que correm, que interagem, e isso é uma estimulação direta para seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social.
A inclusão só acontece se começar a partir do entendimento e da ação de cada pessoa, seja professor ou não. É importante começar uma sistemática de momentos de estudos para os profissionais (docentes e não docentes) com a especificidade de cada cargo. A nós professores, cabe o dever de desenvolver um processo de ensino-aprendizagem na perspectiva da inclusão para todos.
Há de se levar em consideração que não teremos inclusão de fato, se contarmos apenas com a dedicação dos profissionais envolvidos nas escolas, não é somente boa vontade que vai resolver. É preciso adequar os ambientes de ensino. Os espaços que não deixem os indivíduos esquecidos, marginalizados pelo sistema. Os espaços têm que ser coerentes para corresponder às limitações dos alunos tendo o cuidado com instalações, tecnologias e equipamentos aptos a recebê-los sem restrições, num meio atento às diferenças.
Portanto, acredito que somos seres socialmente construídos, em contato com o meio estimulador. A inclusão traz benefício ao desenvolvimento psíquico, afetivo e social de alunos portadores de necessidades especiais, quando em inclusão bem sucedida e, portanto não tem que ser vista como uma proposta generosa e solidária.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Você sabe a diferença entre 1969 e 2009????????????















Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"